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Entrevista | Júlio Rocha – Diretor Geral do INGÁ
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Publish-date-icon December 22, 2009
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EPISODE DESCRIPTION

Por | Iasmine Amazonas

Júlio Rocha é Formado em Direito Ambiental, atua na área acadêmica como professor das Universidades Estadual da Bahia e Estadual de Feira de Santana e é Dirigente Geral do Ingá – Instituto de Gestão das Águas e do Clima. Em um rápido bate-papo com a voluntária Iasmine Amazonas ele fala sobre os impactos causados pelo crescimento urbano em Salvador, atuação dos órgãos públicos em relação aos crimes ambientais e a problemática que envolve as usinas nucleares.

Entrevista |

GreenpeaceSSA | Como você vê o crescimento urbano de Salvador e a interferência na preservação de nossos lençóis freáticos?
Júlio Rocha | É visível que Salvador cresce sem planejamento, e 81% dos problemas ambientais urbanos tem como causa essa falta de estrutura das grandes cidades.

Gp.SSA | Sendo do Ingá, qual é sua posição em relação ao descuido da prefeitura da Cidade com nossas praias?
J.R | Um absurdo. Essa é, infelizmente, uma tendência equivocada que muitos países têm em relação a suas praias. O indicado, na verdade seria cuidar muito bem das nascentes, para preservar tudo o que vêm e depende delas.

Gp.SSA | Como você vê o fato de o esgoto de Salvador ser jogado no mar?
J.R | Insustentável. Não só o Brasil, mas como todos os países que utilizam dessa estratégia deveriam repensar e se empenhar em tratar seus esgotos. Para você ter noção, em Israel 90% do esgoto é tratado. Se eles podem fazer, por que nós não.

Gp.SSA | Você do Ingá, como vê a atuação do governo de querer colocar uma usina nuclear aqui na Bahia?
J.R | A questão “Usina Nuclear” é militar. Então a briga é bem maior, por que envolve toda uma questão política no meio disso e a pressão disso em âmbito mundial. O que eu acho que deveria ser feito é no mínimo, remanejar as pessoas do lugar onde a usina será feita para não prejudicar, nem colocar alguém em risco.

Gp.SSA | Nós vemos algumas empresas estatais cometendo crimes ambientais, porém não vemos as devidas sansões, qual sua opinião sobre isso?
J.R | O que o IBAMA faz muitas das vezes é multar. Isso não resolve, considerando o faturamento dessas grandes empresas. Além de outras sansões o governo deveria exigir dessas empresas o investimento de reposicionamento em relação aos recursos naturais que elas usufruem.

Gp.SSA | Qual sua visão sobre a INB?
J.R | Eu acho que INB não tem transparência na hora de fazer sua comunicação, ela na se preocupa em dizer abertamente o que faz e por isso deixa margem a comentários. O IBAMA acabou de renovar o contrato deles e ninguém ficou sabendo. Outra coisa que pega em relação à INB é encontrar o nexo de causalidade entre os fatos da INB e a responsabilidade dela nas conseqüências com relação ao urânio dentro da INB e no crescimento dos níveis de impacto disso. Só com isso é que pode provar alguma coisa contra a INB.

Gp.SSA | Para finalizar, como você vê a atuação do Greenpeace?
J.R | Eu vejo como uma coisa boa, feita por pessoas que se sentem no dever de cuidar do lugar onde vivem. Eu gosto e apoio.

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